Rede social também apresentou crescimento de receita
O LinkedIn divulgou
ontem dados financeiros referentes ao último trimestre mostrando que seu modelo
de negócios está indo muito bem. A receita da companhia subiu 81% na comparação
anual, chegando aos R$ 303,6 milhões nos últimos três meses de 2012.
O lucro líquido - excluindo itens exepcionais - ficou em R$ 40,2 milhões no período, ou US$ 0,35 por ação, enquanto analistas da Reuters previam US$ 0,19. No after-market, os papéis da rede social corporativa subiram 10%, atingindo valor de US$ 137.
Pelo sétimo trimestre consecutivo o LinkedIn bate as expectativas dos analistas. Isso vem acontecendo desde maio de 2011, quando abriu seu capital com a ação valendo apenas R$ 45. E as estimativas internas são otimistas; enquanto Wall Street prevê receita de US$ 301 milhões para o primeiro trimestre de 2013, o LinkedIn aposta em algo entre US$ 305 mi e US$ 310 mi.
Paradoxalmente, outro serviço online cujo foco é o meio corporativo passa por maus bocados. Também nessa quinta-feira, 7, o site de recrutamento Monster reportou prejuízo em meio a uma crise que já fez com que a empresa deixasse mercados emergentes como o Brasil.
O lucro líquido - excluindo itens exepcionais - ficou em R$ 40,2 milhões no período, ou US$ 0,35 por ação, enquanto analistas da Reuters previam US$ 0,19. No after-market, os papéis da rede social corporativa subiram 10%, atingindo valor de US$ 137.
Pelo sétimo trimestre consecutivo o LinkedIn bate as expectativas dos analistas. Isso vem acontecendo desde maio de 2011, quando abriu seu capital com a ação valendo apenas R$ 45. E as estimativas internas são otimistas; enquanto Wall Street prevê receita de US$ 301 milhões para o primeiro trimestre de 2013, o LinkedIn aposta em algo entre US$ 305 mi e US$ 310 mi.
Paradoxalmente, outro serviço online cujo foco é o meio corporativo passa por maus bocados. Também nessa quinta-feira, 7, o site de recrutamento Monster reportou prejuízo em meio a uma crise que já fez com que a empresa deixasse mercados emergentes como o Brasil.
Fonte: Olhar Digital
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